06/03/2019

Indústria com fábrica na Bahia lança nova coleção de revestimentos na maior feira do setor na América Latina




Réguas e texturas amadeiradas têm destaque na nova coleção da Tecnogres (Divulgação)  

A preparação do setor de construção para a maior mostra da América Latina envolvendo empresas deste segmento – a Expo Revestir, que ocorre de 12 a 15 de março, em São Paulo – já começou e demonstra que a feira mais uma vez renderá bons negócios. O Grupo Fragnani, um dos maiores fabricantes de pisos e revestimentos cerâmicos do Brasil, prepara uma nova coleção que será apresentada na mostra, conhecida como a “Fashion Week da arquitetura e construção”. A grande inovação que a empresa levará para o evento são os novos formatos de produtos das marcas Tecnogres, produzida na Bahia, e In Out Porcelanatos, fabricada na unidade de São Paulo.

Detentor de quatro marcas – Incefra, Incenor, Tecnogres e In Out Porcelanatos – o Grupo Fragnani possui duas unidades em Dias d’Àvila/BA e uma em Cordeirópolis/SP. A empresa investe cada vez mais em novidades que agregam inovação no design e no processo produtivo sustentável. Os novos formatos apresentados na Expo Revestir serão 37x74cm (monoporosa), 25x103cm (porcelanato) e réguas 51x103cm (porcelanato).

“Os porcelanatos em grandes formatos serão os destaques de lançamentos da Tecnogres e Incefra na Expo Revestir. O estilo régua está de volta com um novo formato 25x103 cm e uma diversidade de cores e texturas amadeiradas ainda maior. Os porcelanatos neste estilo são amplamente difundidos na decoração pelo público mais exigente - arquitetos e design de interiores - pois apresentam a versatilidade da madeira aliada à facilidade de aplicação, manutenção e alta resistência do porcelanato”, destaca Bianca Fragnani, gerente de marketing do Grupo Fragnani.

Além das réguas, serão destaque também revestimentos no formato 37x74 cm e 51x103 cm. Será um mix diversificado, variando do estilo clássico com a linha marmorizada ao contemporâneo com os cimentícios, que atenderá os projetos mais sofisticados.

"Estamos otimistas, será mais uma Revestir de grandes novidades que irão mais uma vez revolucionar o segmento. Nossa expectativa é de crescimento em relação a Revestir 2018, em função das novidades que a empresa levará para o evento e com a ampliação no mix de porcelanato esmaltado polido. Vale ressaltar que somos a única empresa do mercado brasileiro com tamanha tecnologia relacionada à porcelanatos de grandes formatos", afirma Guilherme Dias, o Gestor de Negócios da Incefra. 

TENDÊNCIAS – Para 2019, o mercado aposta em cerâmicas com formatos grandes, já que o maximalismo proporciona um visual mais uniforme ao ambiente, permitindo a instalação do revestimento com menos emendas entre as peças, além de criar um efeito de amplitude em espaços menores.

Jefferson Divino, coordenador de Desenvolvimento das marcas Incenor e Tecnogres, salienta que, além do formato do revestimento, há uma preocupação em buscar materiais e cores que forneçam a sensação de aconchego. "Os tons mais quentes estão em evidência. São peças harmoniosas, que ajudam a criar um ambiente aconchegante e relaxante", explica. Outra tendência para o próximo ano é procurar referências nos elementos da natureza, como os materiais em madeiras, que continuam em destaque. 

Mulheres negras cantam suas histórias de empoderamento e resistência na terça-feira de carnaval

Foto: Laiá Films.
Lindas e Pretas Carnavalizando e Aya Bass são destaques do Projeto Três Artistas

A união e colaboração entre cantoras que representam as histórias de empoderamento e resistência das mulheres negras será o destaque da noite final do Carnaval do Pelô. Os shows Aya Bass e Lindas Pretas Carnavalizando reúnem, respectivamente, Larissa Luz, Xênia França e Luedji Luna; e Nara Couto, Ellen Oléria e Paula Lima. As apresentações acontecem na terça-feira (05), no palco principal da folia, no Largo do Pelourinho.

As cantoras Larissa Luz, Luedji Luna e Xênia França unem as suas belas e potentes vozes em um projeto inédito que celebra o poder das mulheres negras na música popular baiana, brasileira e internacional. Trata-se do Aya Bass, nome que faz reverência ao termo yorubá Ayabas, que significa mãe rainha e designa às orixás femininas. As três artistas, que se destacam na cena da música brasileira contemporânea, se encontrarão neste carnaval para homenagear o canto de mulheres negras, muitas vezes invisibilizadas no mainstream. A apresentação acontece às 18h.

Expoentes da nova música baiana, as três artistas conquistaram espaço nacionalmente com um discurso e uma estética que abraçam o empoderamento feminino negro. Com os pés fincados nas raízes ancestrais, cada uma traz o arquétipo de uma yabá: Yansã, Oxum e Yemanjá, escolhidas para a narrativa.

A direção musical leva a assinatura de Larissa Luz e a banda é formada por Deise Fatuma e Nanny Santos, na percussão, Zinha Franco, no baixo e Suyá Nascimento, na guitarra e Ênio, na guitarra, programações e produção musical. Timbres modernos, beats dançantes e graves darão o tom das apresentações. Aya Bass quer reverenciar o poder das cantoras negras da Bahia e ressaltar o papel delas na construção de uma cena musical que sempre bateu de frente com o racismo estrutural da sociedade. 

Encerrando a última noite de Carnaval no Pelô, as cantoras Ellen Oléria, Nara Couto e Paula Lima apresentam o espetáculo “Lindas e Pretas Carnavalizando”, às 23h, no Largo do Pelourinho. O trio apresentará um repertório especial com releituras carnavalescas de suas próprias composições e de canções de grandes artistas nacionais e internacionais, que vão desde Filho de Rei, de Mateus Aleluia, músico de referência nascido no recôncavo baiano, até Crazy in Love, composta pelo casal pop afroamericano Beyonce e Jay-z.

“É uma honra cantar ao lado de artistas tão respeitadas e que possuem tanto amor pela Bahia em um projeto que dá, sobretudo, visibilidade para nós, mulheres negras, maioria no nosso estado. Para mim, como artista que acompanho há anos os trabalhos desenvolvidos por cantores, produtores, músicos, dançarinos, neste período tão importante que é o carnaval, realizo um sonho em cantar no Pelô”, compartilha a cantora baiana, compositora e bailarina, Nara Couto. E finaliza: “encantaremos a todas as pessoas, lindas e pretas como o eclipse da lua”, conclui parafraseando com trecho de seu primeiro single e sucesso.

Carnaval da Cultura – É o carnaval dos blocos afro, de samba, de reggae e dos afoxés, apoiados por meio do Edital Ouro Negro para desfilar nos três principais circuitos da folia: Batatinha, Dodô e Osmar. É a folia animada, diversa e democrática do Carnaval do Pelô, que abraça o carnaval de rua, microtrios e nanotrios, além de promover nos palcos grandes encontros musicais e variados ritmos numa ampla programação. Tem Afro, Reggae, Arrocha, Axé, Antigos Carnavais, Samba, Hip-hop e Guitarra Baiana, além de Orquestras e Bailes Infantis. Promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (SecultBA), o Carnaval da Cultura é da Bahia. O Mundo se Une Aqui!

03/03/2019



Carnaval da Cultura – É o carnaval dos blocos afro, de samba, de reggae e dos afoxés, apoiados por meio do Edital Ouro Negro para desfilar nos três principais circuitos da folia: Batatinha, Dodô e Osmar. É a folia animada, diversa e democrática do Carnaval do Pelô, que abraça o carnaval de rua, microtrios e nanotrios, além de promover nos palcos grandes encontros musicais e variados ritmos numa ampla programação. Tem Afro, Reggae, Arrocha, Axé, Antigos Carnavais, Samba, Hip-hop e Guitarra Baiana, além de Orquestras e Bailes Infantis. E é também a preservação do patrimônio cultural, com o apoio ao carnaval tradicional dos mascarados de Maragojipe. Promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (SecultBA), o Carnaval da Cultura é da Bahia. O Mundo se Une Aqui!

DNA MUSICAL: RAFA E PIPO MARQUES DIVIDEM MICROFONE COM ZÉ FELIPE

Foto: Sérgio de Souza.

Em sua passagem pelo circuito Dodô (Barra-Ondina), no Carnaval de Salvador, na noite de sábado (2), Rafa e Pipo Marques interagiram com o cantor Zé Felipe, que, assim como eles, têm a música no DNA. Filho do cantor Leonardo, o jovem artista dividiu o microfone com os filhos de Bell Marques. Juntos, cantaram a música My Baby (de Zé Felipe) e o clássico de Carnaval Eva. Após a participação, o sertanejo curtiu a apresentação de Rafa e Pipo de cima do trio elétrico. Confira aqui a participação: https://youtu.be/R6Nvyhd0rbI.

Em seu nono ano, o Banana Coral continua sendo o bloco mais jovem do Carnaval de Salvador, reunindo foliões de uma nova geração, muitos em seus primeiros carnavais. O bloco, mais uma vez comandado por Rafa e Pipo Marques, seus criadores, chama atenção pelo repertório eclético, composto por clássicos do Carnaval, hits atuais dos mais variados gêneros e, claro, sucessos da carreira dos irmãos, como a mais nova "Que Saudade de Você, Bebê".

Depois de comandar trio sem cordas na sexta-feira (1) e o Banana Coral no sábado (2), os irmãos, que também já fizeram show no Camarote Salvador, ainda tem encontro marcado com os foliões no domingo (3), em Cajazeiras, na programação do Carnaval dos Bairros, e com o público de Itacaré, no sul do estado, na segunda (4). De volta a Salvador, Rafa e Pipo Marques estreiam no comando de um trio sem cordas no Campo Grande, com concentração marcada para as 12h15 de terça (5), antes de fecharem o Carnaval no Camarote do Nana.

AGENDA:
28.02 – Camarote Salvador
01.03 – Trio Sem Cordas (Barra)
02.03 – Banana Coral
03.03 – Carnaval dos Bairros (Cajazeiras)
04.03 – Itacaré (BA)
05.03 – Trio Sem Cordas (Campo Grande)
05.03 – Camarote do Nana

Musical "Simplesmente Elas" tem estreia nacional dia 15 de março no Rubi


Musical tem roteiro baseado em grandes autoras nacionais e fala de questões que mobilizam a mulher contemporânea

Simplesmente Elas, o primeiro musical baiano de 2019, um verdadeiro almanaque sentimental feminino, concebido com exclusividade para o espaço do Café-Teatro Rubi, tem estreia nacional logo depois do Carnaval, mais precisamente no dia 15 de março, às 20h30, e traz ao palco três das nossas melhores atrizes sob a batuta do premiado ator e diretor Marcelo Praddo. O espetáculo segue em cartaz às sextas e sábados, sempre às 20h30, até o dia 13 de abril, no Café-Teatro Rubi, Wish Hotel da Bahia.
Cristiane Mendonça, Evelin Buchegger e Luisa Prosérpio vivem três mulheres de idades diversas, personalidades ímpares e complementares, que ensaiam um musical no camarim de um teatro. Enquanto esperam, essas atrizes estabelecem uma conversa íntima e musicada sobre o universo feminino, passeando por temas como envelhecimento, amor, maternidade, mercado de trabalho, sexo e empoderamento.
“A peça quer aliar entretenimento e reflexão. O humor caminha de mãos dadas com o lírico, o dramático e, também, com o que move, perturba e incomoda a mulher contemporânea. Num momento de tantas agressões às mulheres, toda ponderação e respeito são bem-vindos. Nosso desejo é queSimplesmente...seduza o público feminino e provoque curiosidade no masculino, ali refletido e dissecado”, observa o diretor Marcelo Praddo.
O roteiro, alinhavado pelo ator Eduardo Albuquerque, é uma colagem de textos, crônicas, poemas e músicas de autoras e compositoras brasileiras, como Lya Luft, Elisa Lucinda, Fátima Guedes, Rita Lee, Malu Magalhães e tantas outras. Ele faz, também, referências a situações vivenciadas pelas próprias atrizes, algumas amigas delas e mulheres conhecidas, sempre misturando ficção e realidade, sonho e fantasia.
Conduzido de forma bem-humorada, o musical flerta com o teatro de revista, apresenta coreografias de Bárbara Barbará com arranjos e direção musical de Luciano Salvador Bahia, e passeia por estilos e formas diversas, sempre refletindo o rico universo feminino. O espetáculo também faz uma ponte com o mundo masculino, às vezes o enfrentando e se contrapondo, mas também absorvendo e dialogando com suas idiossincrasias.
Simplesmente Elas é produzido pela Sole Produções com patrocínio do Programa Viva Cultura, através da Prefeitura de Salvador, Secretaria Municipal da Fazenda – SEFAZ, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo – SECULT e Fundação Gregório de Mattos – FGM".

Direção: Marcelo Praddo
Elenco: Cristiane Mendonça, Evelin Buchegger e Luisa Proserpio
Assistência de Direção: Victor Alves
Roteiro: Eduardo Albuquerque
Cenário e Figurino: Euro Pires
Direção de Movimento: Bárbara Barbará
Direção Musical: Luciano Salvador Bahia
Produção: Sole Produções
Fotos: Diney Araújo

Serviço
O quê: Simplesmente Elas
Quando: 15, 16, 22, 23, 29 e 30/3 e 05, 06, 12 e 13/4 (sexta e sábado)
Horário: 20h30
Onde: Café-Teatro Rubi
Quanto: Couvert artístico – R$ 50

Compra
Bilheteria: Café-Teatro Rubi – 71 3013-1011
segunda a sábado, das 14h às 19h (em dias de apresentação, até às 20h30)
cafeteatrorubi.com.br

Denny Denan recebe alta medica na manha desta quarta-feira (6)


O cantor Denny Denan deu entrada no hospital Ernesto Simões na última segunda-feira (4), devido a fortes dores na região torácica, quando estava se preparando para o seu bloco ‘DD no Comando'. O artista passou por exames clínicos e permaneceu em observação. Na manha desta terça-feira (5), depois de 24h o artista foi encaminhado ao Hospital Ana Nery, por ser referência em cardiologia e o mais próximo da região que estava, para proceder com demais exames e cateterismo. Logo após o exame o cantor ficou de repouso e teve alta na manha desta quarta-feira.

Happy Hour no Paris 6 com 50% de desconto

Foto: Thatiana Bione.

Bistrô oferece cardápio para happy hour com metade do preço.

Oferecendo diversão, descontos e boa gastronomia, o restaurante Paris 6 - Shopping da Bahia / 3° piso, traz de segunda à quinta-feira, das 17h às 20h, um happy hour especial com drinks, chopps, e entradas pela metade do preço.

Além de contar com um ambiente charmoso, cheio de identidade e grandes referências, o happy hour do Paris 6 conta com alguns destaques do cardápio, a exemplo dos Canapés de Brie & Parma à “Phillipe Coutinho, e os Dadinhos de Tapioca à “Lorena Improta”.

Localizado no Shopping da Bahia – Avenida Tancredo Neves, 148 / 3° piso, o Paris 6 Salvador funciona diariamente, das 11h à 0h. Promoções, menu executivo e reservas podem ser adquiridas por meio do aplicativo Paris 6, nas versões Android ou IOS.

Bloco As Muquiranas leva sua irreverência para a Barra/Ondina e encerra o Carnaval de 2019 com Léo Santana



 FOTO: Eder Mota
O Bloco “As Muquiranas” encerrou sua participação no Carnaval 2019 com chave de ouro. Em 54 anos de história, essa foi a terceira vez que o bloco desfilou no circuito Dodô, mais conhecido como Barra/Ondina. O responsável por animar a festa foi o ‘Gigante’ Léo Santana, que encantou a todos os associados e foliões com seu repertório marcado por grandes hits que são a cara do verão, como “Crush Blogueirinha’ e “Solinho da Rabeta”. Léo Santana estava caracterizado de cafetina, em alusão ao tema “O Cabaré das Muquiranas. A passagem do bloco pela folia momesca este ano foi marcante, especialmente por retornar a um dos circuitos mais emblemáticos da folia. Agora, a expectativa dos foliões gira em torno do próximo dia 23 de março, quando será anunciado o tema do desfile 2020 do Bloco “As Muquiranas”, que registrará ano que vem seus 55 anos de história no Carnaval de Salvador.

Arrastão do Gordinho movimenta a Barra pelo 4º ano consecutivo e homenageia profissionais da limpeza urbana

FOTO: FELIPE NASCIMENTO

Vestido a caráter, o cantor Danniel Vieira prestou homenagem aos 1450 profissionais que trabalharam como garis na Operação Carnaval de limpeza da cidade. Com o mesmo uniforme usado pelos agentes nos dias de folia, o cantor começou o desfile por volta das 10 horas desta quarta (06) e, da Barra até a Ondina, foi muito sertanejo, romantismo e irreverência. Durante o percurso, Danniel interagiu por diversas vezes com os garis que acompanhavam o trio e, no Cristo, desceu para a pista e se encontrou com eles para fazer a foto oficial da homenagem! “Sem vocês não tem festa. A cidade recebe milhões de visitantes nesses dias e imagine como seria se não contássemos com esse exemplo de trabalho?! Salvador, a Bahia, dá aula de como fazer!”, disse, arrancando palmas de todos pela rua.
No repertório do Arrastão, Danniel Vieira tocou autorais, sertanejos de destaque no cenário nacional e também músicas de outros ritmos, como funk e axé, trazidas para a batida do sertanejo! Participaram do trio a banda Mambolada, que trouxe seus sucessos de lambada para os foliões, que não queriam se despedir do Carnaval; e também a cantora Clara Vieira, irmã do Gordinho. Danniel aproveitou o Arrastão também para realizar o sonho de um cantor, que havia gravado um vídeo e postado na internet, dizendo que tinha o sonho de tocar em trio elétrico. O baiano Val Show, que trabalha como mototaxista e faz serviços gerais fez o que sempre sonhou e cantou “Atrasadinha”, uma das músicas mais executadas do Brasil na atualidade, hit do cantor Felipe Araújo. Foram três horas de muita festa e Danniel já confirmou que ano que vem estará de volta à Quarta de Cinzas! “Muito obrigado Salvador! Meu Carnaval é mais feliz e completo com esse carinho e essa energia que recebo de vocês aqui no Arrastão”, completou. O Arrastão foi encerrado com chave de ouro, com um encontro de trios de Danniel Vieira com Léo Santana, na praça das gordinhas, na Adhemar de Barros! Além de canções de suas carreiras, os cantores fizeram uma homenagem ao amigo Denny, que está hospitalizado, tocando seus hits de sucesso.

Espetáculo de dança Ziriguidum em apresentação única dia 19 de março


Apresentação faz parte do 3° Fórum Negro de Arte e Cultura

O espetáculo ZIRIGUIDUM - Ideias Abertas Para Tocar e Dançar está na programação do 3° Fórum Negro de Arte e Cultura com apresentação única no dia 19 de março, às 19h, no Teatro Martim Gonçalves. A obra do Grupo de Dança Contemporânea da UFBA traz para a cena ritmos populares, africanos e carnavalescos.
Com direção cênica de Carmen Paternostro e direção coreográfica de Denny Neves, Bel Souza e Marilza Oliveira, em parceria com os dançarinos, o “ZIRIGUIDUM” busca enaltecer a cultura popular e entender como a movimentação corporal se relaciona com as músicas de massa. O espetáculo traz um trabalho baseado na dança afro e em ritmos como frevo e maracatu, pagode e axé.
A peça foi inspirada no trabalho autoral do Núcleo de Percussão da UFBA, que além da faixa-título, assina toda a trilha sonora do projeto e conta com a direção musical de Jorge Sacramento e Gilberto Santiago. A apresentação é gratuita.
FNAC
Em 2019, o Fórum Negro de Arte e Cultura (FNAC) chega a terceira edição e será realizado de 18 a 22 de março em vários pontos da UFBA e traz como temática Xirê dos saberes: (Re) Conhecer, Existir, uma relação à festa pública do Candomblé, onde os Orixás são homenageados ao mesmo tempo. O fórum explorará a multiplicidade de saberes afros em diversas perspectivas, tanto nas artes, quanto na filosofia e outras linguagens.
Deflagrado em 2017, pela Escola de Teatro, emerge de uma insatisfação coletiva - dos estudantes da graduação, estudantes da pós-graduação e alguns professores engajados - referente ao recalcamento dos conhecimentos afro-referenciados na Universidade Federal da Bahia e práticas de um racismo institucional em suas instâncias.
Nesta terceira edição, o Fórum contará com várias ações durante os cinco dias de evento, como oficinas, conferências, ciclos de leituras dramáticas, Feira Afro, exposição de trabalhos acadêmicos, mesas de discussão, painéis de artes, cinema negro e lançamentos de livros.
Esta edição do evento homenageia o Teatro Experimental do Negro, de Abdias Nascimento, que completa 75 Anos. No dia 22 de março, o performer Milsoul Santos, artista representante das obras do Abdias e do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro Brasileiros (IPEAFRO), do Rio de Janeiro, apresentará o poema Padê de Exu Libertador.
As inscrições para participar destas ações ocorrerão pelo site https://www.even3.com.br/FNAC. Já o credenciamento presencial para o FNAC ocorrerá no dia 18 de março, das 08h às 16h, no Foyer do Teatro Martim Gonçalves, mediante a doação de 1kg de alimento.
O 3° Fórum Negro de Arte e Cultura (FNAC) é uma realização da Escola de Teatro , do PPGAC, com o apoio da Pró-Reitoria de Ações Estudantis, da Pro-Reitoria da Universidade Federal da Bahia, da FUNCEB e tem a coordenação de Alexandra Dumas, Licko Turle e Stênio Soares. O PPGAC também apoia financeiramente o FNAC.
Nesta edição, o Fórum conta com a parceria da Escola de Dança, Escola de Belas Artes, Escola de Música e o Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC). A produção é de Luiz Antônio Sena Jr, da DAGENTE Produções, e de André Araújo, da Escola de Teatro da UFBA.

Serviço
O quê: Ziriguidum - Ideias Abertas para Tocar e Dançar
Quando: 19 de março, às 19h
Onde: Teatro Martim Gonçalves
Entrada: Gratuita

Travessias ... ciclos transatlânticos no Teatro Martim Gonçalves dia 21 de março

Foto: Victor Hugo Sá
Apresentação faz parte da programação do 3° Fórum Negro de Arte e Cultura

O Coletivo AFRO(en)CENA, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), traz para o 3° Fórum Negro de Artes e Cultura o espetáculo Travessias ... ciclos transatlântico, no dia 21 de março, às 19h, no Teatro Martim Gonçalves. A montagem circula por Áfricas, dores, ancestralidade, história e resistência.
“Se perder de si e se (re)encontrar mediante ao apagamento total de quem foi. A perversa diáspora africana no Brasil acabou? Onde estamos? Como fomos trazidos? O que fizeram de nós? Ciclos se abrem, se fecham, se atravessam na tentativa de compreender quem são estas pessoas afrodiaspóricas no Brasil”, descreve o diretor Tássio Ferreira.
Corpos em resistência se expressam em uma cena contemporânea que se antepara e se inspira na tradição. O espetáculo exercita a Pedagogia da Circularidade Afrocênica, conceito em construção na pesquisa de doutorado pelo PPGAC/UFBA do encenador Tássio Ferreira, que utiliza o conceito de ciclos para contar as narrativas, tudo a partir da ancestralidade negra do Sul da Bahia.
A montagem passa por quatro ciclos: o primeiro, Mam'etu África, discute sobre a África do nosso imaginário, antes da chegada do Colonizador branco; o segundo, Travessar - nascidos no porão, narra o processo de invasão e atravessamento do fluxo natural dos povos Bantu, a escravidão que se anuncia, os nascimentos dentro do navio negreiro, os filhos da Kalunga, nascidos na travessia.
No Terceiro Ciclo, Silêncio do Invisível, o espetáculo retrata a escravidão no Brasil, o apagamento e silenciamento identitário, a pele marcada pela opressão, a perversão. Por fim, o quarto ciclo: Recomeçar? Os dias que seguem. Neste último, é trazido o debate: a escravidão acabou?; quais os novos mecanismos de opressão?; como ser homem/mulher negro/a no Brasil? e na região Sul da Bahia?.
Travessias... ciclos transatlânticos experimenta a estética afrocênica - que busca inspiração no Candomblé Congo-Angola – e é atravessado pelas Áfricas de cada intérprete. O Coletivo AFRO(en)CENA conta com estudantes da UFSB, artistas da região Sul da Bahia, músicos, docentes dos três campi da universidade e parcerias com entidades da cultura afro-brasileira de Itabuna.
FNAC
Em 2019, o Fórum Negro de Arte e Cultura (FNAC) chega a terceira edição e será realizado de 18 a 22 de março em vários pontos da UFBA e traz como temática Xirê dos saberes: (Re) Conhecer, Existir, uma relação à festa pública do Candomblé, onde os Orixás são homenageados ao mesmo tempo. O fórum explorará a multiplicidade de saberes afros em diversas perspectivas, tanto nas artes, quanto na filosofia e outras linguagens.
Deflagrado em 2017, pela Escola de Teatro, emerge de uma insatisfação coletiva - dos estudantes da graduação, estudantes da pós-graduação e alguns professores engajados - referente ao recalcamento dos conhecimentos afro-referenciados na Universidade Federal da Bahia e práticas de um racismo institucional em suas instâncias.
Nesta terceira edição, o Fórum contará com várias ações durante os cinco dias de evento, como oficinas, conferências, ciclos de leituras dramáticas, Feira Afro, exposição de trabalhos acadêmicos, mesas de discussão, painéis de artes, cinema negro e lançamentos de livros.
Esta edição do evento homenageia o Teatro Experimental do Negro, de Abdias Nascimento, que completa 75 Anos. No dia 22 de março, o performer Milsoul Santos, artista representante das obras do Abdias e do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro Brasileiros (IPEAFRO), do Rio de Janeiro, apresentará o poema Padê de Exu Libertador.
As inscrições para participar destas ações ocorrerão pelo site https://www.even3.com.br/FNAC. Já o credenciamento presencial para o FNAC ocorrerá no dia 18 de março, das 08h às 16h, no Foyer do Teatro Martim Gonçalves, mediante a doação de 1kg de alimento.
O 3° Fórum Negro de Arte e Cultura (FNAC) é uma realização da Escola de Teatro , do PPGAC, com o apoio da Pró-Reitoria de Ações Estudantis, da Pro-Reitoria da Universidade Federal da Bahia, da FUNCEB e tem a coordenação de Alexandra Dumas, Licko Turle e Stênio Soares. O PPGAC também apoia financeiramente o FNAC.
Nesta edição, o Fórum conta com a parceria da Escola de Dança, Escola de Belas Artes, Escola de Música e o Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC). A produção é de Luiz Antônio Sena Jr, da DAGENTE Produções, e de André Araújo, da Escola de Teatro da UFBA.

“Foi por esse AMOR” em cartaz 13, 20 e 27 de março no Teatro Sesi Rio Vermelho

Foto: Diney Araújo 

Em duas temporadas mais de mil espectadores assistiram ao espetáculo

Pai e Filho. O teatro e o carnaval são elos. Duas temporadas e 15 apresentações do espetáculo Foi Por Esse Amor com casa cheia, mais de mil espectadores assistiram à peça, sendo 250 policiais militares do Estado da Bahia, instituição da qual o ator Antônio Roque fez parte e chegou ao cargo de tenente-coronel.
O sucesso da segunda temporada no Teatro Sesi Rio Vermelho fez com que o espetáculo fosse convidado pela gestão do espaço a permanecer em cartaz no mês de março. Após o carnaval, serão mais três apresentações 13, 20 e 27 de março – quartas-feiras, às 20h.
Em cena, histórias e memórias familiares se unem a fábulas do cotidiano soteropolitano. O ator João Guisande – indicado ao Prêmio Braskem de teatro 2018 pela atuação em Foi Por Esse Amor e no solo Retratos Imorais - contracena com o próprio pai, Antônio Roque, coronel da polícia militar da Bahia, aposentado, baiano de corpo, alma e coração, e agora ATOR.
A obra traz a relação entre pai e filho em diversas circunstâncias, do amor de ambos pelo carnaval até as dúvidas e medos da infância, juventude e velhice, da rivalidade no futebol - António (Bahia) e João (Vitória) -, as canções que os movem, da vida após aposentadoria ao amor que rege esse encontro, “afinal de contas, não há sonho mais lindo do que vossa terra, não há”.
Marcam presença também na encenação, três “personagens” que migram dos espetáculos “Amnésis” e “Lembranças da Bahia” – espetáculos que Guisande esteve como ator - e funcionam como fios condutores da dramaturgia, são eles: um vendedor de picolé, um artista de rua, e um esquizofrênico.
Trazendo a poética do teatro documentário, pai e filho também são personagens e ainda interpretam familiares. “O espetáculo traz memórias afetivas, revela a minha baianidade através de personagens que fizeram e fazem parte da minha vida familiar e cotidiana”, realça o pai de João Guisande, ao acrescentar que existe vida após a aposentadoria “e vida criativa”.
A direção musical é de Ronei Jorge, que se baseia na canção Marinheiro Só, que já foi gravada por diversos cantores brasileiros, inclusive, pelo baiano Caetano Veloso. A dramaturgia e direção é de João Guisande. A iluminação é de Alisson de Sá.
Improviso
O espetáculo é um projeto de continuidade da pesquisa do ator João Guisande no campo da improvisação, contação de histórias, memórias afetivas e criativas do mesmo. “Foi por esse AMOR é um texto que nasce da vontade de ser pai à saudade de ser filho. Compreendo que nossas histórias são as mais preciosas”, realça Guisande.


Serviço
O quê: Foi por esse AMOR – Uma Comédia Familiar
Quando: 13, 20 e 27 de março, às 20h
Onde: Teatro Sesi Rio Vermelho
Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Infanto-juvenil O Barão nas Árvores volta a cartaz em março no Teatro Gamboa Nova


Com duas indicações no Braskem de Teatro, espetáculo é inspirado no romance homônimo de Ítalo Calvino e traz para a cena o multiartista Marcos Lopes


Inspirada na obra homônima do escritor Ítalo Calvino, a montagem O Barão nas Árvores, que acaba de receber duas indicações no Prêmio Braskem de Teatro de 2018 - melhor ator para Marcos Lopes e melhor espetáculo infanto-juvenil, volta a cartaz para curta temporada no Teatro Gamboa Nova, nos dias 10, 17, 24 e 31 de março, às 17h. Os ingressos já estão disponíveis no site do WWW.SYMPLA.COM.BR. 

Inspirado no realismo fantástico de Ítalo Calvino, o espetáculo infanto-juvenil tem direção de Guilherme Hunder e traz referências às tradições e canções da cultura popular nordestina, como o Cavalo Marinho. O Barão nas Árvores traz para o palco a história do menino Cosme Chuvasco de Rondó - o filho primogênito do barão de Rondó, que decide subir às árvores e nunca mais descer. 

O Barão nas Árvores é primeiro solo do ator, palhaço, circense, músico e produtor Marcos Lopes. Preenchido de poesia e singeleza, em um híbrido de música, dança, teatro e contação de histórias, o espetáculo traz ainda um pouco da linguagem do teatro de animação, brincando com objetos e bonecos. 

As aventuras de Cosme é o segundo infanto-juvenil do Coletivo Duo, do qual Marcos Lopes integra, e trata um pouco sobre a relação da criança com o mundo, principalmente, com a família, além de discutir temas como sustentabilidade e meio ambiente, valores e cidadania, poder e amor.

A dramaturgia – que tem um humor fino e sofisticado - traz ainda acréscimos e versos escritos por Marcos Lopes e Antônio Fábio, que assume ainda a assistência de direção. “O espetáculo busca trazer reflexões sobre as escolhas que fazemos, mesmo ainda crianças, sobre preservação do meio ambiente e o poder de transformação que a arte tem em nossas vidas”, explica o ator.

Cosme vive como filho de nobres, mas não deixa de olhar e cuidar das pessoas da localidade, mesmo sendo pobres. “Ele vira um cidadão do mundo e faz de tudo para preservar esse mundo. Vira um militante do meio ambiente.”, adianta o ator, graduando em Interpretação Teatral na Universidade Federal da Bahia.

Toda a preparação corporal do ator é alicerçada na manifestação popular do Cavalo Marinho, folguedo da Zona da Mata de Pernambuco, com sua musicalidade, suas figuras, motes, passos. Marcos Lopes contou com a preparação de Lineu Gabriel Guaraldo, ator paulista e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA (PPGAC) e brincador de Cavalo Marinho.

Marcos Lopes
Palhaço, circense, ator, músico e produtor, Marcos Lopes integr o grupo de teatro Coletivo Duo, junto com o ator e diretor teatral Saulus Castro. Entre seus trabalhos mais recentes estão Virgulino Menino, Futuro Lampião (Vencedor do Prêmio Braskem de Teatro 2017 na categoria melhor espetáculo Infanto juvenil); Woyzeck – Zé Ninguém, As tentações de Padre Cícero e Avesso (Vencedor do Prêmio Braskem de Teatro 2016 na Categoria melhor espetáculo infanto-juvenil).
 
Serviço
O quê: O Barão nas Árvores – solo com Marcos Lopes
Quando: 10, 17, 24 e 31 de março, às 17h
Onde: Teatro Gamboa Nova
Quanto: R$ 20 e R$ 10 - ingressos disponíveis no site https://www.sympla.com.br/o-barao-nas-arvores---1003__454319

Ficha Técnica 

Texto: Antonio Fábio e Marcos Lopes, a partir da obra de Ítalo Calvino
Direção, figurino, maquiagem e adereços: Guilherme Hunder
Diretor Assistente: Antonio Fábio 
Cenário: Erick Saboya
Direção Musical: Luciano Salvador Bahia 
Canções originais: Saulus Castro
Direção de Movimento: Mônica Nascimento 
Preparação Corporal: Lineu Gabriel Guaraldo
Assistentes de Figurino e Adereços: Giovanna Boliveira e Vitor Urbano 
Bonecos: Welington Rosário 
Costureira: Saraí Reis 
Chefe de cenotecnia: Adriano Passos
Cenotécnicos: Andre Passos, Bruno Matos, George Santana e Cássio Tomate
Assistente de cenotecnia: Israel Santos
Programação Visual: Augusto Assunção 
Assessoria de Imprensa: Rafael Brito 
Fotografia: Diney Araujo
Produção: Marcos Lopes e Guilherme Hunder 
Assistente de Produção: Bruna Lima e Eric Lopes 
Realização: Coletivo Duo em parceria com o Cooxia Coletivo Teatral

Carnavais de época ganham roupagem contemporânea no Pelourinho


Fotos: Guedes / Alexandra Marins.

Axé das antigas, marchinhas e samba de roda foram destaque da programação

Sucessos de axé das antigas, guitarra baiana, marchinhas, confetes e serpentinas marcaram a segunda noite de Carnaval do Pelô, oferecendo um agito especial com muito colorido e musicalidade. O samba de roda também teve destaque numa homenagem aos 15 anos das Ganhadeiras de Itapuã.

Um encontro com a memória do Carnaval da Bahia abriu a noite deste sábado, no Largo do Pelourinho (palco oficial do Carnaval do Pelô). “Ê saudade que bate no meu coração” foi a brecha para Manno Góes, Tenison Del Rey e Jorge Zárath apresentarem o projeto “Baile de Autor”, que consistiu em tocar canções autorais dos três cantores e compositores, culminando num resgate da musicalidade carnavalesca, especialmente da década de 90. “Tum tum bateu, tum tum bateu, a saudade bateu e doeu”. E bateu mesmo quando o público ouviu dezenas de canções que relembraram carnavais de outrora e se tornaram hits através de artistas como Netinho, É o Tchan, Banda Mel, Márcia Short, Chiclete com Banana, Ricardo Chaves, Olodum, entre outros. Juntos, Manno, Tenison e Jorge reúnem mais de 600 composições, que somam mais 20 de milhões de cópias vendidas.

Em seguida, foi vez do projeto Sopro Elétrico, composto pelo Bailinho de Quinta, Ivan Sacerdote e MorotóSlim. “Nós estamos muito felizes com esse encontro! A clarineta tem uma coisa lúdica que se encaixa muito bem com as propostas das marchinhas. Ivan Sacerdote é uma personalidade em Salvador e Morotó já tinha feito o forrozinho do bailinho com a gente. A guitarra baiana dialoga muito bem com a nossa proposta de carnavais antigos, trio elétrico e frevo, além de trazer essa pegada do rock. É uma mistura que acrescenta muito para o bailinho porque traz outra linguagem”, declara Juliana Leite, cantora do Bailinho de Quinta.

A força cultural do grupo musical As Ganhadeiras de Itapuã, que celebra 15 anos de existência, contagiou os foliões no final da noite. Durante a apresentação, o público pôde apreciar uma forma especial de cantar e contar a história e as vivências das mulheres com bairro de Itapuã, onde nasceu o movimento cultural. Com seu Regi e Grupo Botequim, o largo foi completamente tomado pelo embalo dos instrumentos de corda e percussão, característicos às Ganhadeiras de Itapuã.

Nos largos Pedro Archanjo e Quincas Berro d’Água, a guitarra baiana, cujos acordes vem embalando carnavais há gerações, esteve em evidência nos shows de Parah Monteiro e da banda Lateral Elétrica, resgatando a essência do trio elétrico. No Largo Tereza Batista o destaque foi para Pradarrum, projeto do percussionista Gabi Guedes. Ainda passaram pelos largos Orquestra Compassos, Gerônimo, Zelito Miranda, Chaveirinho do Arrocha e Circuladô.

Carnaval dos pequenos – Menina maravilha, fada do dente, dinossauro mirim e abelhinha foram algumas das fantasias que a criançada ostentou pra aproveitar o primeiro dia do Baile Infantil do Carnaval do Pelô. A largada da folia mirim ficou sob a batuta do grupo “Cadeiradebrin”, na tarde deste sábado (02), no Largo Pedro Archanjo. Amanhã (domingo – 03), a diversão da criançada continua com o show infantil de Ray Gramacho. Sempre no mesmo lugar e horário, na segunda-feira (04) será a vez do grupo Canela Fina, e na terça-feira (05), do show lúdico do PUMM – Por Um Mundo Melhor.

Carnaval da Cultura – É o carnaval dos blocos afro, de samba, de reggae e dos afoxés, apoiados por meio do Edital Ouro Negro para desfilar nos três principais circuitos da folia: Batatinha, Dodô e Osmar. É a folia animada, diversa e democrática do Carnaval do Pelô, que abraça o carnaval de rua, microtrios e nanotrios, além de promover nos palcos grandes encontros musicais e variados ritmos numa ampla programação. Tem Afro, Reggae, Arrocha, Axé, Antigos Carnavais, Samba, Hip-hop e Guitarra Baiana, além de Orquestras e Bailes Infantis. E é também a preservação do patrimônio cultural, com o apoio ao carnaval tradicional dos mascarados de Maragojipe. Promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (SecultBA), o Carnaval da Cultura é da Bahia. O Mundo se Une Aqui!

Malandras na Varanda: Anitta e Léo Kret batem cabelo com Àttooxxá no Camarote Skol Puro Malte

Foto: Divulgação/Skol

 
A Skol inova mais uma vez e promove encontro de Anitta e Attooxxá. Em um praticável na frente do Camarote Skol Puro Malte, em Ondina.
A ‘Malandra’ do Brasil aprontou de novo e fez uma aparição na varanda do Camarote Skol Puro Malte para saudar os parceiros de música Major Lazer e Tropkillaz, que se desfilaram num trio neste sábado (2) junto com a banda Àttooxxá. Junto com Léo Kret, que fez participação no clipe de ‘Bola, Rebola’, elas bateram muito cabelo ao som do pagodão baiano. “Estou aqui e ninguém vai me segurar”, disse Léo Kret.
Anitta pediu para os meninos da Àttooxxá tocarem ‘Popa da Bunda’ e as duas rebolaram muito para a alegria dos foliões. “Hello, gringos! Olha os gringos aqui, tô amando isso”, brincou Anitta, mandando um alô para o americano Diplo, da Major Lazer.