Dando continuidade a temporada de julho e agosto na Varanda do SESI Rio Vermelho, Júlio Caldas e Eduardo Brandão se apresentam todas as segundas-feiras, sempre a partir das 19h30, mostrando o projeto “Antologia do Violão Tenor”, com repertorio formado por releituras de clássicos do choro, recebendo convidados especiais a cada noite.
Na noite de 27 de julho os convidados são Laurisabel Assil (flauta) e Márcio de Oliveira (bandolim) em uma parceria com a Hessel Produções / Pólo de Música da Bahia – POMBA e o Teatro SESI Rio Vermelho /FIEB.
O couvert artístico custa R$ 20,00. (Pagamento em espécie)
No projeto “Antologia do Violão Tenor” os músicos se unem para fazer uma pesquisa em torno do violão tenor e o repertório que o tornou um "instrumento brasileiro". Essencialmente utilizado no choro, quase desapareceu dos palcos e hoje encontra-se em processo de redescoberta, através de músicos que se dedicam a sua pesquisa. A ideia central dessa antologia é tocar os grandes compositores que ajudaram a imortalizar o instrumento bem como tocar novos temas que foram utilizados para o Tenor. Entre eles figuram nomes como Garoto (Anibal Augusto Sardinha), Alvaro Brochado, Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Pedro Amorim entre outros. Tendo também como base o repertório de clássicos do Choro escritos para Bandolim e Cavaquinho.
CONVIDADOS:
* JÚLIO CALDAS: Multi-instrumentista e pesquisador dos instrumentos de cordas populares, radicados no Brasil. Atuante no cenário musical há 20 anos, já tocou com grandes nomes da música brasileira, se apresentou em importantes eventos e produziu um razoável numero de CDs de artistas e grupos. Como produtor cultural realizou os projetos Mostra de Guitarra Baiana e Bandolim pro Abaeté e Circuito Guitarra Baiana. Em 2008 lançou seu primeiro CD Solo intitulado de Pitecantropus Erectus, tendo lançado os CDs Café com Blues – Tipo Exportação (2007), Julio Caldas Quarteto – Choro Rock (2007) posteriormente o Viola de Arame em (2011). Lançou através do FCBA o CD Julio Caldas e Choro Rock – Circuito Guitarra Baiana (2012). Prepara-se para lançar o CD novo intitulado de Blues, Baiões e Psicodelia em Agosto no Teatro do SESC – Pelourinho.
** EDUARDO BRANDÃO – Violão de 7 Cordas. Instrumentista graduado em licenciatura em música pela UCSal. Atua no cenário musical há 10 anos, fez parte da dupla Eduardo 7 cordas e Lu Cavaquinho, apresentando-se no Projeto Pelourinho Dia e Noite; abriu o show de Ivan Lins no TCA, com o grupo Marcos Saback Trio; participou da gravação do CD de Zelito Miranda em Homenagem a Genival Lacerda. Tocou no Festival Chietinstrada Burskers, na Itália, nas edições V, VI e VII. Além de participar da banda de Fred Menendez no Projeto Domingos Instrumentais entre 2010 e 2014.
*** Violão tenor é um instrumento de cordas com características similares ao do violão e o bandolim. Seu formato é similar ao do violão, com proporções ligeiramente reduzidas, dispondo apenas de 4 cordas, com afinação "lá, ré, sol, dó".
O instrumento teria surgido nos EUA por volta dos anos 1920, sendo uma espécie de banjo-Tenor montado no corpo de um violão. Inicialmente, muito utilizado nos primórdios da musica country, como o Bluegrass A célebre Gibson foi a primeira grande empresa a fabricá-lo. No entanto, o Violão Tenor ganhou um significado e uma aplicação que tornou-se típica na música popular brasileira dos anos 1930, sendo parte da harmonização de conjuntos vocais e, posteriormente, tornando-se um instrumento alvo para virtuoses solistas do gênero do Choro.
Projetado e popularizado pelo músico Garoto (1915-1955), o instrumento desenvolvido no Brasil pelo Luthier Algelo Del Vecchio era também uma adaptação do banjo, dotado de uma membrana de alumínio na caixa de ressonância, sistema que viria a ser conhecido como "dinâmico", inspirado no Dobro norte-americano.
Serviço:
O quê: Show Antologia do Violão Tenor + Convidados
Quando: segundas-feiras de julho e agosto de 2015
Convidado dia 27/07 - Laurisabel Assil (flauta) e Márcio de Oliveira (bandolim)
Horário: a partir das 19h30
Onde: Varanda do SESI Rio Vermelho
Endereço: Rua Borges dos Reis, 09 - Rio Vermelho.
Couvert Artístico: R$ 20,00 (pagamento em espécie)
Realização: Hessel Produções / POMBA (Pólo de Música da Bahia) e o Teatro SESI Rio Vermelho / FIEB.
Maiores Informações: Tel.: (71) 9160-9140.
CONVIDADOS:
- Laurisabel Assil tem experiência na área de artes, com ênfase na área de música, como executante e educadora musical. Atuou na Banda Sinfônica da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, entre os anos de 2005 e 2009, e, a partir do ano de 2010, como executante (flautista) no projeto Banda Filarmônica, sob a regência de Celso José Benedito. É integrante do grupo de samba “Sasminina”. Trabalhou nos Cursos de Extensão da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, na modalidade oficina de flauta e lecionou na Escola Zulmira Torres. Atualmente ministra aulas particulares de flauta transversal, flauta doce e educação musical infantil. Mestra em Música, área de concentração Etnomusicologia, na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, sob orientação da Profa. Dra. Laila Rosa. Mais recentemente estreou o show “Dezesseis”, basicamente de composições autorais.
- Márcio de Oliveira começou a tocar aos 12 anos, em um violão que pertencia ao meu avô. Começou brincando. Quando percebeu já estava apaixonado. O desenvolvimento foi rápido, fruto da sua dedicação, realizando aos 14 anos o seu primeiro show profissional. Atualmente é um dos representantes e atuantes do movimento Guitarra Baiana. Trabalha em 2 projetos, o “Bazar Elétrico Brasileiro”, que tem como conceito tocar os clássicos do choro e da música popular brasileira instrumental num formato mais “elétrico”, com um sotaque jazz/rock sem perder a essência da música brasileira, e o outro projeto é o “Trio Elétrico Instrumental”, com o conceito de reativar o formato dos antigos Trios Elétricos, tanto na estética visual como na sonora.
* JÚLIO CALDAS: Multi-instrumentista e pesquisador dos instrumentos de cordas populares, radicados no Brasil. Atuante no cenário musical há 20 anos, já tocou com grandes nomes da música brasileira, se apresentou em importantes eventos e produziu um razoável numero de CDs de artistas e grupos. Como produtor cultural realizou os projetos Mostra de Guitarra Baiana e Bandolim pro Abaeté e Circuito Guitarra Baiana. Em 2008 lançou seu primeiro CD Solo intitulado de Pitecantropus Erectus, tendo lançado os CDs Café com Blues – Tipo Exportação (2007), Julio Caldas Quarteto – Choro Rock (2007) posteriormente o Viola de Arame em (2011). Lançou através do FCBA o CD Julio Caldas e Choro Rock – Circuito Guitarra Baiana (2012). Prepara-se para lançar o CD novo intitulado de Blues, Baiões e Psicodelia em Agosto no Teatro do SESC – Pelourinho.
** EDUARDO BRANDÃO – Violão de 7 Cordas. Instrumentista graduado em licenciatura em música pela UCSal. Atua no cenário musical há 10 anos, fez parte da dupla Eduardo 7 cordas e Lu Cavaquinho, apresentando-se no Projeto Pelourinho Dia e Noite; abriu o show de Ivan Lins no TCA, com o grupo Marcos Saback Trio; participou da gravação do CD de Zelito Miranda em Homenagem a Genival Lacerda. Tocou no Festival Chietinstrada Burskers, na Itália, nas edições V, VI e VII. Além de participar da banda de Fred Menendez no Projeto Domingos Instrumentais entre 2010 e 2014.
*** Violão tenor é um instrumento de cordas com características similares ao do violão e o bandolim. Seu formato é similar ao do violão, com proporções ligeiramente reduzidas, dispondo apenas de 4 cordas, com afinação "lá, ré, sol, dó".
O instrumento teria surgido nos EUA por volta dos anos 1920, sendo uma espécie de banjo-Tenor montado no corpo de um violão. Inicialmente, muito utilizado nos primórdios da musica country, como o Bluegrass A célebre Gibson foi a primeira grande empresa a fabricá-lo. No entanto, o Violão Tenor ganhou um significado e uma aplicação que tornou-se típica na música popular brasileira dos anos 1930, sendo parte da harmonização de conjuntos vocais e, posteriormente, tornando-se um instrumento alvo para virtuoses solistas do gênero do Choro.
Projetado e popularizado pelo músico Garoto (1915-1955), o instrumento desenvolvido no Brasil pelo Luthier Algelo Del Vecchio era também uma adaptação do banjo, dotado de uma membrana de alumínio na caixa de ressonância, sistema que viria a ser conhecido como "dinâmico", inspirado no Dobro norte-americano.
Serviço:
O quê: Show Antologia do Violão Tenor + Convidados
Quando: segundas-feiras de julho e agosto de 2015
Convidado dia 27/07 - Laurisabel Assil (flauta) e Márcio de Oliveira (bandolim)
Horário: a partir das 19h30
Onde: Varanda do SESI Rio Vermelho
Endereço: Rua Borges dos Reis, 09 - Rio Vermelho.
Couvert Artístico: R$ 20,00 (pagamento em espécie)
Realização: Hessel Produções / POMBA (Pólo de Música da Bahia) e o Teatro SESI Rio Vermelho / FIEB.
Maiores Informações: Tel.: (71) 9160-9140.

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