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08/02/2011

“O repertório será a grande estrela da noite”, diz Ivete Sangalo sobre ‘Cerveja e Cia Folia’



Presente em todas as edições, Ivete Sangalo é uma das atrações mais esperada do Cerveja & Cia Folia e esse ano, a musa chega com energia dobrada na festa.

Isso porque a cantora está com energia acumulada há um ano já que o evento não aconteceu o ano passado, pois coincidiu com o período de realização do show de Beyoncé, quando Ivete comandou a apresentação de abertura. “Vixe, vai ser massa demais. O repertório do show será a grande estrela da noite. O público não perde por esperar!”, garante.

Com um carisma incomparável e um gingado de tirar o fôlego, a cantora garante incendiar o Espaço Praia do Forte, com uma seleção de hits irresistíveis: Além das músicas atuais como “Acelera Aê”, o público vai conferir sucessos memoráveis como “Dalila” e “Abalou”.

O Cerveja & Cia Folia 2011 acontece no dia 19 de fevereiro e conta ainda com as participações da banda Psirico, do cantor Tomate e da dupla sertaneja Jorge & Mateus. A festa está programada para iniciar às 14h.

BOX DE INFORMAÇÕES
O QUÊ: CERVEJA & CIA FOLIA
QUANDO: 19 DE FEVEREIRO
ONDE: ESPAÇO PRAIA DO FORTE, EM PRAIA DO FORTE /BA
HORÁRIO: ABERTURA DOS PORTÕES ÀS 14H
VENDAS: LOJA AXÉ MIX, NO SHOPPING IGUATEMI E PELO SITE: www.axemix.com.br
MAIS INFORMAÇÕES: www.axemix.com.br / (71) 3281.0400

08/10/2010

Fiorella Mattheis é a estrela do ‘verão candy’ da Raphaella Booz



A bela atriz e apresentadora do ‘Video Show’, Fiorella Mattheis estrela a campanha da Raphaella Booz com o verão 2011 da luxuosa grife catarinense de calçados e acessórios.

Na coleção, 25 linhas com uma variação de 130 modelos, entre rasteiras, saltos e plataformas de diversas construções, saltos médios a altos. Destaques: a Summer Boot, ou seja, a sandália-bota (‘ankle boot’) mais aberta e fresquinha; rasteira ou saltos altos; as Clogs - um irreverente tamanco no estilo holandês apresentada em duas construções, alta e baixa; e a Anabella com plataforma mais baixa, com amarrações de corda, além dos tons ‘asorvetados’ (ou candy-colors).



Inspirada em universo de fantasia, a linha Wonderland, romântica e delicada, tem sapatos e bolsas em tons de off-white, nude, palha, melão, carmin e lilás; além dos clássicos preto e branco. Laços, flores e babados completam os modelos. Também com uma proposta mais feminina, a linha Nature parte de elementos da natureza para trazer sapatos com toque rústico e original, em materiais como palha, linho, corda e camurça. Na cartela de cores, branco, nude e o cru.

Criada para mulheres ousadas e de personalidade forte, a linha Aborígene, inspirada em motivos étnicos, indígenas, africanos e tribais investe em sandálias de tiras e salto fino e cores fortes como o laranja, amarelo e rosa, além de variações de tons terrosos como o bege e o ocre.

O Militar, uma das mais fortes tendências da estação, aparece no couro com recortes e sobreposições. Tachas, correntes, gorgorões e amarrações dão um toque de rebeldia e força a bolsas e sapatos. Em materiais inusitados como o jeans e com diferentes texturas, as bolsas ganham destaque na produção.

17/06/2010

ESPETÁCULO - ESTRELA BRAZYLEIRA A VAGAR – CACILDA!!



ENTRADA GRATUITA COM DOAÇÃO VOLUNTÁRIA DE 1 KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL, BRINQUEDOS E FLORES.

Segunda parte da maxi-série teatral sobre a vida-obra da grande atriz Cacilda Becker. Estreou no Rio de Janeiro em setembro de 2009 e é a criação mais recente da Companhia. Traz na sua dramaturgia a ascenção de Cacilda no teatro dos anos 40 entre os grandes artistas da época, Grande Othelo, Ziembinski, Maria Jacinta, Raul Roulien, Jorge Amado, precursores de um teatro, música, maneira de filmar, de ver e sentir que juntou o apolíneo e o dionisíaco mas mantinha o teatro ainda nos bastidores, nas bambolinas e cortinas pretas. A criação do Oficina traz tudo isso para a pista e abre a vida-obra de artista no Teatro de Estádio.



Em Cacilda!! a atriz vive no Rio vagando sem destino certo pelo Teatro Brazyleiro. Circula pelo Copacabana Palace e Cassino da Urca, bem como em Companhias Teatrais da década de 40 e no cinema brasileiro em sua primeira fase de ouro com Raul Roulien e Grande Othelo. Cacilda continua raptada pelo Deus da Morte, e os mortais do Teatro Oficina e seu público vão novamente ali, no centro das paixões e do tormento, plantar e cultivar, em um novo ciclo para trazer de novo fertilidade à terra.

Dessa vez no país das maravilhas da Copacabana dos anos 40, com o glamour dos cassinos e os frenesis das estréias da vida toda, das primeiras rosas. Contracenando com Ziembinski, Grande Othelo, Johnny Drake, Paschoal Carlo Magno, Raul Roulien, Bibi Ferreira, Maria Della Costa, Sérgio Cardoso e muitas outras grandes personagens dos anos 40 no Brasil. A pista, cheia de gente, sonhos, músicas e muita esperteza artística na apresentação de ESTRELA BRAZYLEIRA A VAGAR –CACILDA!!, segunda parte da maxi-série teatral de 4 capítulos, escrita e dirigida por José Celso Martinez Correa e Marcelo Drummond.



CACILDA!!, ou Cacilda 2 – são duas as exclamações, dois suspiros dos quatro que compõem a maxisérie – o novo espetáculo da Cia Teatro Oficina Uzyna Uzona faz curtíssima temporada de estréia no Rio de Janeiro, a partir de 5 de setembro de 2009, no Teatro Tom Jobim, dentro do Jardim Botânico e, em outubro, entra em cartaz no Teatro Oficina, na sede da companhia em São Paulo.

Cacilda Becker é o fio de Ariadne que traz para a cena a história do teatro, música e cinema de uma década de guerra, glamour e da criação do Teatro Brasileiro Moderno. Ao rever a primeira fase da atriz, entre 1940 e 1947, encontramos uma Cacilda que revela-se uma escritora extraordinária, uma filósofa precoce do Teatro.

Esse passeio pela década de 40 em Cacilda!! é cantado pelo Uzyna Uzona em múltiplas camadas da realidade braisleira e da atriz. Assim a vida de Cacilda Becker e suas atuações no teatro e no cinema misturam-se. Ela casa-se em Aparecida do Norte, ao mesmo tempo em que encena Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues e vive seus quiproquós pessoas na cena de Sururu em Sociedade.

Sua entrada nos palcos é a da jovem recém chegada na Capital do Brasil, vinda de Santos, onde era bailarina precoce, aos dezoito anos. Cacilda começa no TEB Teatro do Estudante do Brasil, fundado por Pascoal Carlos Magno, que encenava Shakespeare. Quando ela chega, oTEB está iniciando nova direção, de Maria Jacinta, que optou por montar textos modernos com os jovens atores. Cacilda estréia na peça 3200m de Altitude de Julien Luchaire, e seus colegas de TEB são Sonia Oiticica e Maria Clara Machado, entre outros.



Depois dessa experiência é indicada pra trabalhar com Dulcina de Moraes, mas recusa, e vai para a Cia de Raul Roulien, o galã brasileiro de Flying Down to Rio, filme de Hollywood com Fred Astaire e Gigers Rogers. Cacilda está encantada pela liberdade da capital carioca, pelos palcos, o Cassino Copacabana, o Cassino da Urca. É década de 40 e a entrada da cultura norte americana no país em plena época da política de boa vizinhança. Bandas e mais bandas chegam ao país, Disney lança Alô Amigos imortalizando o encontro animado de Zé Carioca e Pato Donald. Getúlio Vargas assina um decreto e cria a CIDADE CINEMA, 1º plano de implantação de uma indústria do Cinema Brasileiro.

Além dos americanos muitos artistas europeus chegam ao Brasil fugindo da Segunda Guerra. E Cacilda contracena com tudo isso. É a protagonista deste espetáculo: filma ao lado de Grande Othelo, é dirigida por Ziembinski, por Willy Keller, tem uma experiência na Cia de Bibi Ferreira, trabalha no Rádio com Jean Sablon. Se encanta e desencanta com seu trabalho, chega a desistir, mas Sérgio Cardoso a traz de volta aos palcos pra fazer Gertrudes, a mãe de Hamlet...