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Fotos: Yuji Sogawa.
Como explicar a ascensão do boxe baiano? Basta uma volta ao passado, lembranças de um esporte oriundo da periferia que atualmente ganhou a admiração e o desejo de busca da classe A, em busca dos melhores profissionais do esporte nas melhores academias do pais. Em paralelo, buscando o melhor, destaca-se no estado baiano o ex-pugilista Jailson Santos, revelado no ano de 1999, após ter nocauteado o paulista Adriano dos Santos e levado o cinturão na categoria “leve". Jailson treinou grandes ícones do MMA: Vitor Belfort, Minotauro e Minotouro; hoje, ele está se destacando como professor de uma das principais redes de academia do Brasil, a Bodytech, dentre outras.
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As aulas deste profissional estão entre as mais procuradas da academia, com turmas lotadas. Assim, decidiu fazer o projeto itinerante “AULÃO”, com o objetivo de reunir uma quantidade maior de alunos, admiradores do esporte e personalidades famosas da Bahia na quadra de futebol da Bodytech. Hoje, o boxe é uma ótima opção para quem quer queimar calorias, manter o corpo saudável, trabalhar músculos, respiração, concentração, resistência e condicionamento físico. A atividade é febre nas academias e garante que as tensões do dia-a-dia sejam liberadas a cada soco. O “Aulão” irá acontecer em uma manhã de sábado, no dia 13 de Abril , na academia Bodytech, a partir das 10h.
Sobre a aula de Boxe:
A aula de uma hora gasta até 1200 calorias, com a sequência de golpes. Mas tudo começa com o aquecimento, pulando corda de 10 a 15 minutos, dependendo do preparo físico de cada aluno. "Quem está com condicionamento físico melhor, faz mais tempo de aquecimento e treina em ritmo mais intenso", diz o treinador Jailson.
Com o corpo já aquecido, começa a etapa da escolinha, onde o instrutor usa protetor nas mãos enquanto o atleta dá golpes. "Essa etapa serve para corrigir a postura e treinar os socos", diz. A posição correta para o boxe é com joelhos levemente flexionados e inclinados para direita ou esquerda, mas sempre na mesma direção do tronco.
Na hora de partir para a briga, o "saltitar", tão característico do esporte, ajuda a manter o corpo aquecido, a analisar o adversário e a calcular a distância e a força a ser aplicada para que o golpe seja eficaz. O braço fica na altura do queixo para que o soco seja certeiro.
Quem bate com a mão direita gira o corpo para a esquerda, e vice-versa. Os melhores lugares -- e permitidos -- para bater são o queixo, o nariz, a lateral do rosto, o abdome e o pescoço.
Quem não tem um adversário pode se virar com o tradicional saco, o teto-solo, os bonecos de borracha e o push ball. O boxe praticado com um adversário é mais completo porque ensina a se esquivar de golpes. Como? Antebraços elevados na altura do rosto previnem socos e giradas laterais fogem de pancadas no abdome.
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