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26/05/2011

Vencedora do Prêmio Braskem de Teatro, Alda Valéria dirige remontagem de espetáculo na Caixa Cultural Salvador



“Somos um grupo unido e que realiza esse trabalho com a mesma vivacidade e ansiedade da nossa primeira apresentação”. Essa afirmação é da premiada diretora teatral Alda Valéria que, ao lado dos atores Cia de Teatro Rapsódia, Bira Freitas e Pisit Mota, apresentará em curta temporada na Caixa Cultural Salvador, entre os dias 03 e 12 de junho, a peça “Deus Danado”.

Com texto do dramaturgo João Denys, o espetáculo, em cartaz há quase uma década pelos palcos brasileiros, acumula elogios da critica especializada e mais de dez prêmios, incluindo diretora revelação e melhor ator (Pisit Mota) no Prêmio Braskem de Teatro (2003). “Deus Danado é o resultado de um trabalho árduo e chegou justamente num momento em que eu estava muito desanimada com o teatro.

A realidade do mercado de trabalho é muito cruel e para um diretor teatral as possibilidades são menores ainda. Produzir uma peça é muito caro e os incentivos são poucos. Enfim, esse espetáculo teve um papel fundamental na minha carreira, porque me reanimou e me fortaleceu enquanto artista.

E o maior presente que recebi foi o encontro com pessoas tão comprometidas com o fazer teatral”, revela a diretora.

Em Deus Danado, Teodoro (Bira) e seu afilhado Luiz (Pisit) vivem o drama de sobreviver cercados da seca que destrói, além da terra árida do sertão, os sonhos e esperanças dos dois últimos sobreviventes do povoado da Cruz.

Ambos ficaram na cidade por­que Teodoro busca inces­san­te­mente uma botija de ouro dei­xada como herança. Todos os dias, enquanto ele cava a terra, Luiz o serve e cuida da casa, enquanto espera o padri­nho se con­ven­cer que deve­m ir embora.

SERVIÇO:

Deus Danado
Local: CAIXA Cultural Salvador (salão nobre)
Endereço: Rua Carlos Gomes, 57, Centro
Datas e Horários: 03 a 12 de junho de 2011 [sextas e sábados (20h) e domingos (19h)]
Informações: (71) 3421-4200
Acesso: Mediante a troca do ingresso por 1kg de alimento não perecível, a partir das 14h dos dias de espetáculo
Classificação etária: 14 anos

16/05/2011

Espetáculo ‘Deus Danado’ estreia na Caixa Cultural Salvador



Entre os dias 03 e 12 de junho, a CAIXA Cultural Salvador recebe a remontagem da peça “Deus Danado”, dirigido por Alda Valéria, com texto de João Denys. O espetáculo, indicado ao Prêmio Braskem em 2003 e vencedor do III Festival Nordestino de Teatro (2004), traz na linha de frente os atores da Cia Rapsódia de Teatro, Bira Freitas e Pisit Mota, nos papéis de Teodoro e seu afilhado Luiz, respectivamente.

Os dois homens são os últimos moradores do Povoado da Cruz, localizado no sertão nordestino, e juntos tentam sobreviver às amarguras da vida num lugar sem perspectiva e quase esquecido por Deus.

Além da peça, durante os dias 04 e 05 de junho, Alda Valeria realizará a oficina gratuita “O Ator Criador”, voltada para atores e atrizes com experiência teatral. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 30 de maio, na própria Caixa Cultural, na Rua Carlos Gomes, 57. Informações pelo telefone (71) 3421-4200, no horário das 10 às 18 horas.


SERVIÇO: Deus Danado
Local: CAIXA Cultural Salvador [Salão Nobre]
Endereço: Rua Carlos Gomes, 57, Centro
Datas e Horários: 03 a 12 de junho de 2011 [sextas e sábados (20h) e domingos (19h)]
Informações: (71) 3421-4200
Acesso: Mediante a troca do ingresso por 1kg de alimento não perecível, a partir das 14h dos dias de espetáculo
Classificação etária: 14 anos
Conveniência: Estacionamento gratuito ao lado da CAIXA Cultural Salvador, nos dias de espetáculo.

SERVIÇO: Oficina O Ator Criador

Palestrante: Alda Valéria
Quantidade de Vagas: 20 pessoas
Perfil: Ator/Atriz com experiência em grupos teatrais
Período de Inscrição: a partir de 30/05/2010
Data de realização: 04 e 05/06/2010 [sábado e domingo]
Horário: 9h às 12h e das 14h às 17h
Inscrições: (71) 3421-4200, no horário das 10 às 18 horas

11/05/2011

CYRELA ANDRADE MENDONÇA PARTICIPA DO FEIRÃO DA CAIXA

A Cyrela Andrade Mendonça participa do Feirão da Caixa, que acontece entre os próximos dias 13 e 15 de maio no Centro de Convenções em Salvador, com o empreendimento Reserva Parque Residencial, um sucesso de vendas que já se encontra com 93% de suas unidades comercializadas.

O Reserva Parque, construído com o conceito de bairro planejado, próximo de escolas, faculdades, agências bancárias e shoppings, possui uma área de 165 mil m², com torres com térreo mais quatro andares, e unidades de um, dois e três quartos e mais de 48 mil m² de área verde preservada.

O empreendimento, localizado no início da Estrada do Coco, leva a marca Living, braço da empresa que opera produtos da linha econômica, realizado em parceria com a Gráfico, Jotagê e Andrade Mendonça.

Além disso, a Cyrela Andrade Mendonça se prepara para lançar o último condomínio do Reserva Parque Residencial. Serão 240 unidades à venda, sendo uma parte enquadrada no programa do governo federal Minha Casa Minha Vida.

12/01/2011

Caixa de DVDs celebra os 100 anos do cinema na Bahia

Caixa de DVDs celebra os 100 anos do cinema na Bahia

Iniciativa pioneira de resgate e difusão da memória audiovisual baiana reúne 30 títulos, entre curtas e longas-metragens, refazendo grande parte da aventura cinematográfica no Estado

O Ministério da Cultura, por meio da Cinemateca Brasileira, em parceria com a Secretaria de Cultura, através da Diretoria de Audiovisual (DIMAS) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), lança uma caixa de 12 DVDs comemorativa aos 100 anos de cinema na Bahia - "BAHIA, 100 ANOS DE CINEMA".

O projeto, pioneiro no resgate e difusão da memória audiovisual baiana, contou com a curadoria do cineasta Joel de Almeida e dos professores e pesquisadores do cinema brasileiro, Rubens Machado Jr., Carlos Alberto Mattos e Maria do Socorro Carvalho que selecionaram 30 títulos representativos desse primeiro centenário do cinema no Estado.

“Em 2010, celebramos 100 anos de cinema na Bahia investindo na preservação de nossa memória audiovisual. Comemoramos a restauração do ´Leão de Sete Cabeças´ de Glauber, apoiamos o restauro do primeiro longa-metragem baiano, Redenção, de Roberto Pires, por quem Glauber tinha grande deferência.

Estamos apoiando também, com recursos do Fundo de Cultura da Bahia, a restauração do primeiro filme baiano, ´A Grande Feira´ de Roberto Pires, parte do acervo de Alexandre Robatto Filho, pioneiro do cinema baiano, além de ´A lenda de Ubirajara´, filme de André Luis Oliveira”, contabiliza o secretário de Cultura do Estado da Bahia, Márcio Meirelles.

“Esse box com os 30 títulos é mais uma ação que vai ao encontro de um programa de preservação do patrimônio audiovisual da Bahia. Gostaria que esses filmes fossem vistos em todo o Estado. Por isso ele será distribuido para bibliotecas, cineclubes, Pontos de Cultura”, comemora Meirelles que ficou satisfeito com a parceria com o MinC e a Cinemateca.

Além de filmes contemporâneos de maior circulação como “Eu me Lembro”, realizado por Edgard Navarro em 2005; a seleção traz algumas raridades nunca antes editadas em formato digital, como é o caso de “Caveira My Friend”(1970), de Alvaro Guimarães; “Diamante Bruto”(1977), de Orlando Senna; e “O Mágico e o Delegado”(1983), de Fernando Coni Campos.

Os precursores da arte cinematográfica na Bahia também se fazem presentes. De Alexandre Robatto Filho, com o curta “Vadiação” (1954), a Luiz Paulino dos Santos, diretor de “Um Dia na Rampa” (1960), passando por Trigueirinho Neto e o seu seminal “Bahia de Todos os Santos”(1960), a compilação presta homenagem a Roberto Pires e Glauber Rocha, patronos do cinema baiano.

“Redenção”(1958) e “A Grande Feira” (1961), ambos filmados por Pires, são marcos do primeiro ciclo de cinematográfico no Estado. Os trabalhos iniciais de Glauber Rocha, “Pátio” (1956) e “Barravento” (1961) não são menos essenciais.

Destaque especial para o segmento de documentários que resgata obras de grande valor histórico, cultural e artístico como “A Morte das Velas do Recôncavo” (1976), de Guido Araújo; “Sinais de Chuva” (1976), de Olney São Paulo; “Gato/Capoeira” (1979), de Mario Cravo Neto; “Comunidade do Maciel – há uma gota de sangue em cada poema” (1973), de Tuna Espinheira; e “Memória de Deus e do Diabo no Monte Santo e Cocorobó” (1984), de Agnaldo Siri Azevedo.

Completam a seleção retratos documentais de grandes artistas locais como “Samba Riachão”(2001), de Jorge Alfredo; e “O Capeta Carybé”, também de Agnaldo Siri Azevedo.

Os trabalhos em curta e em vídeo da chamada nova onda do cinema baiano (“Dez Centavos”, de César Fernando , “Mr. Abrakadabra!”, de José Araripe Jr , “Bahia”, de Mônica Simões , entre outros) e a produção no gênero animação com “Catálogo de Meninas”, de Caó Cruz , e o histórico “Boi Aruá”, de Chico Liberato, comprovam a diversidade e abrangência do box comemorativo.

Ao alcance de todos – Com esta edição, a Diretoria de Audiovisual (DIMAS) amplifica sua ação de difusão, facilitando a circulação de conteúdos audiovisuais, através da exibição dos filmes selecionados para a Caixa de DVDs, tanto na programação das suas salas de exibição (Sala Alexandre Robatto e Walter da Silveira), quanto no incremento das atrações do tradicional projeto “Quartas Baianas”, em parceria com a Associação Baiana de Cinema e Vídeo/ ABCV (Confira abaixo o calendário de exibições).

O pesquisador e interessado também poderá consultar e ver cada filme da compilação mediante agendamento presencial no Núcleo de Memória, da DIMAS.

Para democratizar ainda mais o acesso, os DVDs serão distribuídos gratuita e prioritariamente para instituições de pesquisa e difusão audiovisual, pontos de cultura, cineclubes, bibliotecas e mediatecas.

Serviço:

Para maiores informações, agendamentos e cadastro de instituições de pesquisa e difusão para recebimento das caixas de DVDs entrar em contato com a Diretoria de Audiovisual (DIMAS) :
71 - 3116-8124 (Núcleo de Difusão/Adolfo Gomes)
71 - 3116-8119 e 3116-8109 (Núcleo de Memória/Simone Lopes).
Site: www.dimas.ba.gov.br

22/08/2010

A famosa história de Teodorico Majestade na CAIXA Cultural



A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 1º a 12 de setembro, “Teodorico Majestade – As Últimas Horas de um Prefeito”.

A peça, que recebeu duas indicações do Prêmio Braskem de Teatro de 2008, traz a história do jogo das mazelas de muitos “homens públicos”, através dos conchavos e falcatruas praticadas na Prefeitura de Ilha Bela, cidade fictícia, que pode estar em qualquer lugar do Brasil.

No enredo, o Prefeito Teodorico Majestade está prestes a perder o seu mandato por causa de denúncias que vieram a público. Diante desta situação, o povo da cidade vai à porta da Prefeitura pedindo sua saída. A Câmara de Vereadores já não o apoia mais.

Em meio a esta confusão, uma representante do povo, Maria das Armas, é convidada para uma conversa particular e se torna a última esperança de Teodorico e seus comparsas. Mas será que Maria das Armas vai aceitar um acordo? E Teodorico se mantém no poder? Isso é o que o público vai descobrir com um diálogo leve e bem humorado sobre responsabilidades e cidadania.

TEATRO POPULAR DE ILHÉUS

O Teatro Popular de Ilhéus iniciou sua trajetória em 1995, fundado pelo ator e diretor Équio Reis, que reuniu oito artistas em torno de uma idéia corajosa: fazer teatro independente no Sul da Bahia, buscando nos anseios das comunidades grapiúnas, sua inspiração principal. No mesmo ano, o primeiro espetáculo "A estória engraçada e singela de Fuscão – o quase capão - e o cabo eleitoral", estreou fazendo apresentações nas ruas de Ilhéus, chamando atenção do público para a compra de votos nos períodos eleitorais. Daí em diante vieram outros espetáculos: "A Via Sacra", "O Bonequeiro Vitalino", "O Filhote de Espantalho", "O Boi e o Burro a caminho de Belém”, que ajudaram a firmar o grupo no cenário artístico do interior da Bahia.
O Teatro Popular de Ilhéus é Ponto de Cultura da Bahia e mantém o espaço Casa dos Artistas através de convênio com a Secretaria de Cultura do Estado.

Ficha Técnica
Texto e Direção: Romualdo Lisboa
Direção Musical: Elielton Cabeça
Produção: Rogério Matos
Figurinos: Tânia Barbosa
Cenário: C. Makalé
Iluminação: Ely Izidro
Elenco: Ely Izidro, Tânia Barbosa, Takaro Vítor, Aldenor Garcia e Elielton Cabeça.