29/07/2015

Novenário e missa solene marcam a programação festiva no mês dedicado a Irmã Dulce


Homenagens começam dia 4, com celebrações diárias,
e culminarão com a festa do 13 de agosto.

O mês de agosto entrará em cena com uma programação intensa dedicada a Irmã Dulce, que promete reunir milhares de fiéis e admiradores durante as homenagens à religiosa. A quinta edição da Festa em honra à Bem-Aventurada Dulce dos Pobres será iniciada com um novenário, no dia 4 de agosto (terça-feira) e prossegue até dia 12, sempre às 18h, no Santuário da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres (Largo de Roma). A cada dia a celebração terá um pregador e um grupo de homenageados, entre os quais unidades, voluntários e parceiros das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), além de congregações, irmandades e instituições baianas. A festa tem como tema A exemplo de Irmã Dulce, somos chamados a dizer com a vida: ‘Eu vim para servir’.

Já no grande momento – o 13 de agosto – haverá um dia inteiro de comemorações. Entre os destaques está a Missa Solene, às 10h, no Santuário da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, que será presidida pelo arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. Outras celebrações ocorrerão ao longo da data oficial da festa litúrgica de Irmã Dulce, todas no santuário da beata, nos seguintes horários: 6h30 - Oração das Mil Ave Marias (início); 8h - Missa dos Enfermos, celebrada por frei Mário Erky, capelão da OSID; 13h - Oração das Mil Ave Marias (conclusão); 15h - Exposição, Adoração e Benção do Santíssimo Sacramento; e 17h - Missa dos Devotos e Funcionários da OSID, por frei Vandeí Santana.
Programação
Novenário
Período: de 04 a 12 de agosto, sempre às 18h
Local: Santuário da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres
A cada dia a celebração terá um pregador e um grupo de homenageados, entre os quais unidades, voluntários e parceiros das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), além de congregações, irmandades e instituições baianas.
Festa em honra à Bem-Aventurada
Data: 13 de agosto
Local: Santuário da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres
06h30 - Oração das Mil Ave Marias (início)
08h - Missa dos Enfermos, celebrada por frei Mário Erky, capelão da OSID
10h - Missa Solene, por Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil
13h - Oração das Mil Ave Marias (conclusão)
15h - Exposição, Adoração e Benção do Santíssimo Sacramento
17h - Missa dos Devotos e Funcionários da OSID, por frei Vandeí Santana, reitor do Santuário de Irmã Dulce

O 13 de agosto

Em 1933, Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, em São Cristóvão (Sergipe). Naquele mesmo ano, no dia 13 de agosto, com 19 anos de idade, ela recebeu o hábito e adotou, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce. Com sua beatificação, em maio de 2011, a religiosa recebeu o título de Bem-Aventurada Dulce dos Pobres e o dia 13 de agosto passou a ser também a data oficial da celebração de sua festa litúrgica.

Determinação e generosidade

Nascida em 26 de maio de 1914, na cidade de Salvador, Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes começou a manifestar interesse pela vida religiosa desde cedo, ainda no início da adolescência. Aos 13 anos de idade, já atendia doentes no portão de sua casa, no bairro de Nazaré. Sempre com muita fé, determinação e solidariedade, o Anjo Bom iniciou um trabalho assistencial nas comunidades carentes, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que se consolidara na parte interna do bairro de Itapagipe, na capital baiana. Em 1949, Irmã Dulce ocupou um galinheiro ao lado do convento, após a autorização da sua superiora, com os primeiros 70 doentes. A iniciativa deu início à criação das Obras Sociais Irmã Dulce, instituição considerada hoje o maior complexo de saúde 100% SUS do Norte-Nordeste, com cerca de quatro milhões de atendimentos ambulatoriais por ano. Irmã Dulce faleceu no dia 13 de março de 1992, aos 77 anos, e atualmente está em processo de canonização. Para ser canonizada (declarada Santa) é necessária a comprovação de mais um milagre atribuído à freira baiana. 

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