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19/04/2011

Economia Criativa é tema do próximo Fórum de Políticas Culturais no Conselho Estadual de Cultura

Série de debates com gestores da atual gestão do MinC traz à Bahia o pensamento da gestão federal da Cultura. A próxima convidada é Claudia Leitão, secretária de Economia Criativa do MinC. A participação continua aberta à comunidade.

Acontece dia 26 de abril (terça-feira), a partir das 19h, no Conselho Estadual de Cultura (CEC), na avenida Sete de Setembro (anexo ao Palácio da Aclamação), a segunda edição do Fórum de Políticas Culturais.

Promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e a Representação Regional da Bahia do MinC, o Fórum faz parte de uma série de encontros regionais que o Ministério está realizando em todo o país. O primeiro encontro aconteceu dia 12 com a participação da secretária Marta Porto, lotando o auditório do CEC.

Nesta edição, o Fórum, que tem como objetivo trazer a visão do Ministério da Cultura para gestores, produtores, estudantes, acadêmicos e agentes culturais residentes na Bahia, terá como tema a “Economia Criativa” e participação da secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão.

O encontro também visa ampliar o diálogo com fóruns e dirigentes de cultura dos municípios, com objetivo de fortalecer as ações e programas já existentes, preparando o caminho para a implementação do Sistema Nacional de Cultura.

Cláudia Leitão é doutora em Sociologia pela Université Paris V, foi secretária de Cultura do Estado do Ceará (2003-2006). Cláudia assinou também o artigo “Cultura e Municipalização” da ´Coleção Cultura é O quê?´ – Volume III (2009), publicação da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

O Fórum de Políticas Culturais acontece até novembro de 2011 e vai trazer a Salvador nomes como Antônio Grassi (presidente da Funarte), Sérgio Mamberti, Marcelo Dantas, além da própria ministra de Estado da Cultura, Ana Buarque de Hollanda.

SERVIÇO:

O quê: Fórum de Políticas Culturais com ´Cláudia Leitão´ - secretária de Economia Criativa - MinC

Quando: 26 de abril (terça) – 19h - Gratuito (sujeito ao preenchimento de vagas do auditório) – no CEC.

Informações: (71) 3103-3412

24/02/2011

Folião pipoca movimenta mais a economia do Carnaval do que os foliões de camarotes e trios

Mesmo com gasto diário de R$ 49,83 por folião pipoca contra R$ 124,57 por folião de bloco, os “pipocas” movimentam mais a economia do carnaval.

A pesquisa Suplemento do Carnaval 2010, realizada em parceria, pela SecultBA e a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Seplan, com base em questionário suplementar ao da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PEDRMS), constatou que o folião pipoca é o que mais investe no Carnaval, com um gasto diário de R$ 49,83 o que representa um total de R$ 44,1 milhões durante os seis dias de festa.

Comparando os dados, o folião que prefere curtir a festa nos blocos e trios gasta diariamente R$ 124,57, o que perfaz um total de R$ 31,1 milhões em todos os dias de festa.

A diferença em gastos que podemos observar nesses dois grupos distintos de foliões diz respeito ao número de participante por grupos. No caso dos foliões “pipoca”, constatou-se um percentual maior do que os que brincam nos blocos e trios, em um total de 58,9% e 15,6% respectivamente.

“Como existem mais foliões pipoca brincando o carnaval e mesmo que o gasto diário desse folião seja menor do que o folião de trio, a lógica é sem dúvida a de maior contingente, por isso o folião pipoca emprega mais na economia do carnaval”, explica uma das responsáveis pela pesquisa, a economista Carlota Gottschall.

Tabela 1 – Modalidade de participação

“O ócio virou negócio” – Mais uma vez comprova-se que o carnaval é uma oportunidade de geração de trabalho para uma parcela de moradores da capital baiana, como foi também apresentado nas pesquisas de 2008 e 2009.

Na pesquisa Suplemento do Carnaval 2010 ficou constatado que, dos 93 mil soteropolitanos que trabalharam na festa, a maior parte deles, 63,3% são homens, 89,8% são negros, estão com idade entre 25 e 39 anos (74,9%), com segundo grau completo (46,9%0), e ganham entre um e dois salários mínimos (39,1%).

De acordo com a pesquisa, “a maioria dos postos de trabalho relacionados à festa, embora cada vez mais inseridos no modo de produção capitalista, é marcada pela informalidade, atividades em tempo parcial e ausência de contratos de trabalho. Dentre os residentes em Salvador que atuaram no Carnaval 2010, 39% não possuíam qualquer tipo de contrato ou vínculo trabalhista”.

A pesquisa revelou ainda que, durante o carnaval, os trabalhadores são principalmente vendedores ambulantes, ligados ao comércio de produtos alimentícios, bebidas e adereços.

Merece destaque ainda os guardas, os policiais, vigilantes, seguranças particulares, motoristas, cobradores, auxiliares de serviços gerais, faxineiros e lixeiros. “A despeito do Carnaval de Salvador estar cada vez mais centralizado em grandes blocos, camarotes e arquibancadas, a festa movimenta não só a economia das empresas formalmente constituídas, mas também os pequenos negócios e, sobretudo, a economia informal representativa de grande parte das ocupações geradas na folia”, destaca o diretor-geral da SEI, Geraldo Reis.

Os dados revelam também um cuidado com a segurança da festa e do folião com um percentual de 11,7% para seguranças e vigilantes e 11% para guardas, oficiais e policiais.

Os outros números são: 9,2% para motoristas; 6,2% para vendedores; 4,7% para compositores e músicos; 3,7% atendentes de bar e lanchonetes; 3,5% para gerentes, 2,0% para enfermeiros e 1,7% para auxiliares de serviços gerais. O maior número ficou com os ambulantes, perfazendo um total de 17,0%. A pesquisa revelou ainda que o rendimento real médio para cada trabalhador foi de R$ 737,02.

Confira a publicação INFOCULTURA 6: http://www.cultura.ba.gov.br/infocultura/

06/12/2010

Uma Feira de Trocas Solidárias é uma excelente oportunidade para exercitar novas formas de empreendedorismo e de economia

A participação é aberta a todos os interessados e é muito fácil participar:

Basta ir à Feira levando consigo sua própria produção – artesanato, peças de arte, alimentos. Podem ser trocados, ainda, serviços e saberes.

Na chegada, será feito um cadastro e uma pessoa da equipe indicará o lugar para expor os produtos. Montada a banca, é hora de trocar seus produtos e serviços – para isso, será utilizada uma moeda social, o Axé.

Nesta edição, aceitarão produtos em troca por Axé no Ecobanco (a aceitação dos produtos fica a critério do banco).

Horário das trocas:
11/12 - De 14.30h a 17h
12/12 - De 14.30ha 17h


Você pode antecipar o preenchimento de seu cadastro para facilitar a organização do evento. Solicite a ficha para cadastro via email: trocasolidarias@yahoo.com.br

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De 08 a 12 de dezembro, a Praça Wilson Lins (Pituba), será palco do maior encontro do movimento de economia solidária do país. Empreendimentos econômicos solidários de todos os estados brasileiros apresentarão seus produtos e serviços para o público. A entrada é franca.

A II Mostra Nacional de Economia Solidária reunirá mais de 400 expositores do Brasil, todos
empreendimentos que têm como base o princípio de produção e comercialização da economia solidária. São os mais variados produtos e serviços, desde artesanato a pontos de cultura, além de alimentos,
fitoterápicos, bijouterias, confecção e linhas de crédito, entre outros.

SERVIÇO:

O que: Trocas Solidárias na II Mostra Nacional de Economia Solidária
Onde: Praça Wilson Lins, Pituba, Salvador
Quando: 11 e 12/12, das 14h30 às 17h
Entrada franca
Informações – 9916-7515 / 9945-7338
trocasolidarias@yahoo.com.br

24/11/2010

Náutica impulsiona economia do Baixo Sul da Bahia



A promessa de aquecimento da economia baiana com investimentos no setor industrial, turístico, e de serviços estará na pauta das discussões do 1º Fórum Náutico Internacional de Cairu. O evento vai reunir nesta sexta-feira (26) e sábado (27), na Fazenda Caeira, em Morro de São Paulo, empresário do setor turístico, da náutica, especialistas da área, agentes públicos e investidores estrangeiros.

O centro dos debates estará em torno das medidas que os governos federal e estadual devem tomar nos próximos dias para incentivar e implementar ações que desenvolvam o setor. A Bahia foi escolhida pelo Ministério do Turismo (MTur) para aplicação do Plano Piloto do Turismo Náutico do Brasil. Depois da Baia de Todos os Santos, o Arquipélago de Tinharé é um dos principais focos do programa.

Recentemente o governo do estado divulgou a isenção total do ICMS na produção de embarcações de recreio ou esporte e redução da carga tributária para 7% na comercialização desses mesmos tipos de embarcações produzidas em território baiano.

O encontro promovido pela Prefeitura Municipal de Cairu tem como objetivo de transformar o Baixo Sul na porta de entrada do turismo náutico do Brasil. Além disso, o evento busca fomentar a cadeia produtiva da indústria náutica na região e qualificar a mão de obra necessária para trabalhar neste segmento.

“Queremos navegar neste mar de negócios que podem ser potencializados com o desenvolvimento da náutica”, afirma Hildécio Meireles, prefeito de Cairu. “Este é um grande filão de mercado. O público é exigente e costuma gastar seis vezes mais do que o turista convencional”, destaca.

Para o gestor, é necessário estruturar os destinos, melhorar a infraestrutura, com instalação de marinas e atracadouros, agencias receptivas, restaurantes e hotéis especializados, tudo voltado para atender o público do turismo ou dos esportes náuticos.

Cairu é o único município arquipélago do Brasil. É composto por 26 ilhas, e possui recursos naturais abundantes para o desenvolvimento diferenciado do turismo e da indústria náutica. O município possui mais de 100 km de praia com condições favoráveis para prática das prática de esportes e turismo náutico.

Presenças confirmadas

O evento terá a participação de aproximadamente 150 convidados. Estão confirmadas as presenças de Antonio Carlos Tramm, secretário de Turismo do governo da Bahia, Roberto Benjamin, secretário extraordinário da Indústria Naval e Portuária e Walter Garcia, consultor náutico do Ministério do Turismo.

Dominique Morvant, representante do Departamento de Charente Maritime, do governo francês, e Chistophe Vieux, representante da Grand Pavois, além dos investidores espanhóis Ivan Arias e David Caso, das Ilhas Baleares e Eric Drogerys proprietário de uma base de charter em Ibiza, além do brasileiro Ernani Paciornik, presidente editor da Revista Náutica, uma das publicações mais importantes do país também confirmaram presença.

A Secretaria de Patrimônio da União, o Desenbahia, a Caixa Econômica Federal, o Sebrae, o Yacht Clube da Bahia, o Clube de Velas do Morro de São Paulo, a Bahia Marina e a Petrobras, também estarão entre os participantes. Mais informações e inscrições através do site www.nauticacairu.com.br, ou através do perfil no Twitter @forumnautico.